quatro linhas

“A dúvida era para mim uma fonte de esperança. Sem aquilo, eu tinha a eternidade diante de mim no cativeiro. De modo que, sim, a dúvida era uma trégua, um momento de descanso. Eu lhe era grata por isso.” Ingrid Betancourt, no livro Não há silêncio que não termine

foto do tumblr Sabino

 

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